Sinopse: Após sua morte
em 1869, Brás Cubas (Reginaldo Faria / Petrônio Gontijo), disposto a se
distrair um pouco na eternidade, decide narrar suas memórias e revisitar
os fatos mais marcantes de sua vida. E adverte: “A franqueza é a
primeira virtude de um defunto”. É com desconcertante sinceridade que
ele relembra
sua infância, juventude, incidentes familiares e personagens marcantes,
como o amigo Quincas Borba (Marcos Caruso), que passa de mendigo a
milionário. Fala ainda sobre sua formação acadêmica em Portugal e o
discutível privilégio de nunca ter precisado trabalhar. Com a mesma
franqueza, Brás Cubas convida o espectador a testemunhar sua tumultuada
vida amorosa. Lembra o primeiro amor, a cortesã espanhola Marcela (Sonia
Braga) que amou-o por “15 meses e 11 contos de réis”. O segundo, a
jovem Eugênia (Milena Toscano), que “apesar de ser bonita, mancava. E
sua grande paixão, Virgília (Viétia Rocha), que acaba trocando-o pelo
político Lobo Neves (Otávio Müller). Abordando o cotidiano ou
acontecimentos nacionais, na vida ou na morte, Brás Cubas alterna ironia
e amargura, melancolia e bom-humor sem perder a leveza. Em qualquer
estado de espírito, ele nos surpreende pela irreverência e devastadora
lucidez.
Este blog foi criado pelo Grupo 8, do curso Melhor Gestão, Melhor Ensino - Formação de Professore de Língua Portuguesa, da SEE-SP e se destina-se à publicação de nossas experiências com a leitura e produção textual. Desfrutem conosco dos sabores e aromas inconfundíveis dos mais diversos gêneros textuais.
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Sinopse: Após sua morte
em 1869, Brás Cubas (Reginaldo Faria / Petrônio Gontijo), disposto a se
distrair um pouco na eternidade, decide narrar suas memórias e revisitar
os fatos mais marcantes de sua vida. E adverte: “A franqueza é a
primeira virtude de um defunto”. É com desconcertante sinceridade que
ele relembra
sua infância, juventude, incidentes familiares e personagens marcantes,
como o amigo Quincas Borba (Marcos Caruso), que passa de mendigo a
milionário. Fala ainda sobre sua formação acadêmica em Portugal e o
discutível privilégio de nunca ter precisado trabalhar. Com a mesma
franqueza, Brás Cubas convida o espectador a testemunhar sua tumultuada
vida amorosa. Lembra o primeiro amor, a cortesã espanhola Marcela (Sonia
Braga) que amou-o por “15 meses e 11 contos de réis”. O segundo, a
jovem Eugênia (Milena Toscano), que “apesar de ser bonita, mancava. E
sua grande paixão, Virgília (Viétia Rocha), que acaba trocando-o pelo
político Lobo Neves (Otávio Müller). Abordando o cotidiano ou
acontecimentos nacionais, na vida ou na morte, Brás Cubas alterna ironia
e amargura, melancolia e bom-humor sem perder a leveza. Em qualquer
estado de espírito, ele nos surpreende pela irreverência e devastadora
lucidez.
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